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Conteúdo e Saúde Bucal

Blog da Bianchi e Gerard Odontologia

Extração de Dente em Pelotas: Quando é Necessária e Como é o Pós-Operatório

A ideia de extrair um dente gera ansiedade em muita gente. O medo da dor, da agulha e do pós-operatório faz com que muitos pacientes adiem a consulta mesmo quando o dente já está causando problemas sérios. Mas a verdade é que, com as técnicas atuais, a extração dentária é um procedimento seguro, controlado e muito menos desconfortável do que a maioria imagina.

Neste artigo, os cirurgiões dentistas Anderson Bianchi e Lucas Gerard explicam quando a extração realmente é necessária, como é feito o procedimento, o que esperar do pós-operatório e quais os cuidados essenciais para uma recuperação tranquila em Pelotas.


Quando a extração de dente é realmente necessária?

O objetivo da odontologia moderna é sempre preservar o dente natural pelo maior tempo possível. A extração é a última opção, não a primeira. No entanto, existem situações em que ela se torna inevitável.

Cárie muito avançada quando a destruição da coroa e da raiz é tão extensa que não há estrutura dental suficiente para sustentar uma restauração ou coroa, a extração se torna a única alternativa viável.

Fratura radicular quando a raiz do dente está fraturada de forma que não permite tratamento conservador, a extração é indicada para evitar infecção e dor crônica.

Periodontite avançada quando a doença periodontal destruiu tanto o osso de suporte que o dente está amolecido e sem ancoragem óssea suficiente, sua manutenção pode colocar em risco os dentes vizinhos.

Dente incluso ou semi-incluso muito comum no caso dos sisos, dentes que não conseguem erupcionar corretamente ficam retidos no osso ou na gengiva, podendo causar infecções repetidas, dor, cistos e dano aos dentes adjacentes.

Ortodontia em alguns tratamentos ortodônticos, a extração de dentes específicos é planejada para criar espaço suficiente no arco e permitir o correto alinhamento dos demais.

Dente supranumerário dentes extras que surgem fora do padrão normal da dentição e que comprometem o alinhamento ou a saúde dos dentes vizinhos.


Extração de siso: quando é necessária?

O siso, ou terceiro molar, é o dente que mais frequentemente precisa ser extraído. Isso acontece porque, na maioria das pessoas, não há espaço suficiente na arcada para que ele erupcione em posição correta.

Quando o siso fica incluso, ou seja, preso dentro do osso ou da gengiva, pode causar uma série de problemas como dor intensa e recorrente, inflamação e infecção da gengiva ao redor chamada pericoronarite, cárie no siso e no segundo molar adjacente por dificuldade de higienização, cistos e lesões ósseas na região e apinhamento dos dentes anteriores pelo empurrão que o siso exerce.

A extração preventiva do siso, antes que ele cause problemas, é muito mais simples do que a extração de emergência durante um episódio de infecção. Maio e junho são os meses com maior procura por extração de siso em Pelotas, coincidindo com o período de férias escolares que muitos jovens aproveitam para resolver a situação.


Como é feito o procedimento de extração?

Muita gente imagina a extração como um procedimento brutal e doloroso. A realidade com as técnicas modernas é bem diferente.

O procedimento começa com a aplicação de anestesia local na região. Aguardamos alguns minutos para que a anestesia faça efeito completo e só então iniciamos. Durante toda a extração você não sente dor, apenas pressão e movimento, que são sensações normais e esperadas.

Para dentes simples com boa exposição, a extração é rápida e pode ser concluída em poucos minutos. Para sisos inclusos ou posicionados de forma complexa, o procedimento é cirúrgico. O dentista faz uma pequena incisão na gengiva, acessa o dente no osso, pode seccioná-lo em partes para facilitar a remoção e sutura a gengiva ao final. O tempo varia conforme a posição e a dificuldade do caso.

Na Bianchi e Gerard, utilizamos o planejamento digital com tomografia computadorizada antes de qualquer extração cirúrgica de siso. Isso nos permite visualizar com precisão a posição exata do dente, a proximidade com estruturas importantes como o nervo alveolar inferior e o seio maxilar, e planejar a melhor abordagem cirúrgica para cada caso.


O que esperar do pós-operatório?

O pós-operatório é o que mais gera dúvidas e preocupações. Veja o que é normal e o que deve ser monitorado.

Nas primeiras horas é normal sentir leve sangramento que cessa com a compressa de gaze indicada pelo dentista, início do desconforto quando a anestesia vai passando e leve inchaço na região. Aplique gelo externamente nos primeiros 30 minutos em ciclos de 20 minutos ligado e 20 minutos desligado para reduzir o edema.

Nos primeiros dois dias o edema e o desconforto tendem a atingir o pico nas primeiras 48 horas. É o período mais desconfortável mas que responde bem aos analgésicos prescritos pelo dentista. Evite esforço físico, alimentos quentes e duros e o uso de canudinho, que pode deslocar o coágulo que está protegendo o alvéolo.

Do terceiro ao sétimo dia o desconforto diminui progressivamente. Se houver pontos, o dentista os remove por volta do sétimo dia. A maioria dos pacientes retorna às atividades normais já no segundo ou terceiro dia após a extração.


Cuidados essenciais após a extração

Seguir as orientações do dentista é o que faz a diferença entre uma recuperação tranquila e complicações desnecessárias.

Morder a compressa de gaze por pelo menos 30 minutos após sair do consultório para controlar o sangramento, não cuspir com força nem fazer bochecho vigoroso nas primeiras 24 horas pois isso pode remover o coágulo, aplicar gelo externamente nas primeiras horas, tomar os medicamentos prescritos nos horários corretos mesmo sem dor pois o anti-inflamatório precisa de níveis constantes no sangue para ser eficaz, alimentar-se de alimentos frios ou em temperatura ambiente e de consistência pastosa nos primeiros dias como iogurte, vitaminas, purês e sopas frias, evitar cigarros e bebidas alcoólicas durante toda a recuperação pois prejudicam a cicatrização e aumentam o risco de alveolite, e manter a higiene bucal normalmente nos demais dentes com cuidado especial ao redor da região operada.


O que é alveolite e como evitar?

A alveolite é a complicação mais comum após a extração dentária. Acontece quando o coágulo que se forma no alvéolo, o buraco deixado pelo dente, se dissolve ou é removido antes da cicatrização, deixando o osso exposto.

Os sintomas são dor intensa que surge entre o segundo e o quarto dia após a extração, irradiando para a orelha e a cabeça, e mau hálito característico da região.

Os fatores que aumentam o risco de alveolite são tabagismo, uso de anticoncepcional oral, bochecho vigoroso nas primeiras horas, uso de canudinho e não seguir as orientações pós-operatórias.

Se você desenvolver esses sintomas, entre em contato com a clínica imediatamente. O tratamento é simples e resolve o problema rapidamente.


Após a extração, qual o próximo passo?

A extração resolve o problema imediato mas cria outro: o espaço vazio no arco dental. Como explicamos em outros artigos, a ausência do dente inicia um processo de reabsorção óssea que começa nos primeiros meses.

Por isso, após a cicatrização completa do alvéolo, normalmente entre dois e seis meses dependendo do caso, é importante planejar a reabilitação do espaço. As opções são o implante dentário, que é a solução mais completa e definitiva, a ponte fixa apoiada nos dentes vizinhos, ou a prótese parcial removível como solução provisória ou definitiva conforme o caso.

Na Bianchi e Gerard, já fazemos esse planejamento antes mesmo da extração para que você saia da cirurgia sabendo qual será o próximo passo para recuperar o seu sorriso completo.


Por que fazer sua extração na Bianchi e Gerard em Pelotas?

Porque na Bianchi e Gerard cada extração, especialmente a de siso, começa com um planejamento digital preciso. A tomografia nos mostra exatamente onde está o dente, qual a sua angulação e qual a distância das estruturas nobres ao redor. Isso torna o procedimento mais seguro, mais rápido e o pós-operatório mais tranquilo.

Além disso, já planejamos com você qual será o próximo passo após a cicatrização para que o espaço do dente extraído seja reabilitado no menor tempo possível.

Agende sua avaliação: WhatsApp (53) 98117-0835.


Perguntas frequentes sobre extração de dente

Extração de dente dói? Durante o procedimento não, pois a anestesia local elimina a dor completamente. Você sentirá apenas pressão e movimento, que são sensações normais. O desconforto aparece quando a anestesia passa, nas horas seguintes, e é controlado com os analgésicos prescritos pelo dentista.

Quantos dias de repouso após extrair o siso? A maioria dos pacientes consegue retornar às atividades no segundo ou terceiro dia. Atividades físicas intensas devem ser evitadas por pelo menos cinco dias. Cada caso é diferente e o dentista orienta conforme a complexidade da cirurgia.

Posso trabalhar no dia seguinte à extração? Na maioria dos casos sim, especialmente para trabalhos que não exigem esforço físico. Para extrações cirúrgicas mais complexas, recomendamos um dia de repouso adicional.

É possível extrair mais de um siso de uma vez? Sim, é possível. O dentista avalia se é viável extrair dois ou mais sisos na mesma sessão conforme a dificuldade de cada caso e a tolerância do paciente. Extrair os dois do mesmo lado na mesma sessão é mais comum do que extrair os quatro simultaneamente.

Quanto custa a extração de siso em Pelotas? O valor varia conforme a posição do dente e a complexidade da cirurgia. Sisos inclusos profundos exigem mais tempo e planejamento do que sisos parcialmente erupcionados. Entre em contato pelo WhatsApp (53) 98117-0835 para agendar sua avaliação e receber um orçamento personalizado.